terça-feira, 28 de agosto de 2018

INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA DE VARGAS A FHC

INDUSTRIALIZAÇÃO

Até o início da década de 1930, o espaço geográfico brasileiro foi estruturado exclusivamente ao redor do modelo primário-exportador, fazendo com que a configuração das atividades econômicas fosse dispersa e com rara ou ausente interdependência. 

Dentre os produtos que compunham a pauta comercial brasileira destacaram-se a cana-de-açúcar, o algodão, o ouro, a borracha e o café.

Como tais atividades se encontravam dispersas no espaço, por convenção denomina-se de configuração em Arquipélago Econômico Regional (mapa Arquipélago Econômico Regional), isso por que as regiões brasileiras formavam uma espécie de ilhas.

Economia e território - Brasil (Foto: Reprodução)Economia e território - Brasil (Foto: Reprodução)


IMPULSO INDUSTRIAL

Cabe destacarmos, aqui, o fato de que, ao apontarmos o início de integração nacional e da industrialização do Brasil a partir de 1930 não estamos, de modo algum, desmerecendo a presença de um incipiente número de fábricas em nosso território, mas buscamos ressaltar que o fenômeno entendido como industrialização passa a ser uma preocupação governamental, incentivada e sistematizada, em seu primeiro momento, pelo Estado.

A crise do modelo agrário-exportador, em fins de 1929, é sentida, no Brasil ao longo da década de 1930. Assim, temos uma relativização deste padrão econômico. Ao passo que os cafezais apontavam um declínio assustador de rendimento, os capitais (lê-se, investimentos) antes alocados no setor primário passam a ter seu eixo de gravidade modificado para as atividades tipicamente urbanas e, em especial, no setor secundário. A Crise do Café gerou, assim, diversas condições para a industrialização brasileira. Também estimulou a necessidade de produção de bens de consumo no país por conta da redução drástica das importações.

A concentração de riqueza na Região Sudeste, principalmente no eixo Rio-São Paulo, faz com que haja também uma concentração de indústrias na região, destacando-se como pioneira na industrialização nacional. Diversos são os fatores que concorreram a favor do fenômeno, conhecidos por formarem a chamada economia de escala (ou de aglomeração):

I. concentração de infraestrutura de energia, comunicação e, sobretudo, transportes;
II. concentração de mão de obra qualificada (lembrando a entrada de mão de obra estrangeira, em sua maior parte, já qualificada para os serviços fabris);
III. concentração de mercado consumidor;
IV. rede bancária desenvolvida, por conta da presença de centros de produção de café. 

A organização do espaço industrial brasileiro é, assim, melhor compreendida por meio da atuação de diferentes administrações públicas federais. Algumas administrações merecem destaque: Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, o período compreendido pela Ditadura Militar e, por fim, os governos Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso.

VARGAS E JK

Getúlio Vargas (1930-1945/1950-1954)

Caracterizado pela nacionalização da economia, em que foi adotado o modelo de Substituição das Importações, criando as chamadas indústrias de base necessárias para o impulso de outros ramos industriais. Foram criadas neste período a Companhia Siderúrgica Nacional, importante centro de produção de aço, a Companhia Vale do Rio Doce, atual Vale, empresa responsável pela exploração dos diversos minerais utilizados pelas indústrias e criou a Petrobras, importante produtora de energia. Cabe lembrar, também, a sistematização da Consolidação das Leis Trabalhistas, necessária para a organização das relações de trabalho que vinham sendo estabelecidas no país. 

Juscelino Kubitschek (1956-1961)

JK, por sua vez, participa da organização do espaço industrial brasileiro por meio da internacionalização da economia. Tal prática política abriu espaço para a entrada de capitais (investimentos) estrangeiros, em especial aqueles ligados à indústria automobilística (“motor” da economia). Esse período é marcado pelo tripé da economia: capital estatal alocado em indústrias de base e em investimentos em comunicação, energia e transportes notadamente, ao passo que o capital privado nacional concentrou-se no investimento de indústrias de bens de consumo não duráveis e o capital privado internacional voltado ao desenvolvimento de indústrias de bens de consumo duráveis. O slogan “50 anos em 5” marcou o período em questão, onde foram edificadas altas taxas de crescimento econômico às custas da abertura da dívida externa. 

GOVERNOS MILITARES

Os diversos presidentes que compunham o período militar, entre 1964 e 1985, apresentaram duas características marcantes: modernização da economia e autoritarismo político. A modernização da economia deu-se via aprofundamento da dívida externa, responsável pela experiência do Milagre Econômico (1968-73), quando o Brasil apresentou exorbitantes taxas de crescimento econômico, acima de 10% ao ano.

Ao longo dos governos militares, foram surgindo sinais de desgaste do modelo político-econômico adotado nesse período. A década de 1980 é conhecida, nesse contexto, como “a década perdida”, pois neste período o Brasil vivenciou os maiores índices de inflação, com constantes correções monetárias diárias e retração da atividade industrial.

COLLOR E FHC

A década de 1990 é marcada pela implementação do modelo político-econômico neoliberal na administração pública federal, onde surgem as ondas de privatizações de nossas estatais. Período em que há um processo de desregulamentação da economia por meio da flexibilização das leis trabalhistas, maior abertura do mercado nacional para produtos, capitais e serviços internacionais, além da redução de investimentos em setores sociais e criação de agências reguladoras.

A onda de desconcentração espacial das indústrias que já vinha sendo registrada desde a década de 1970 sofre um efeito catalisador a partir desse período, por meio da chamada Guerra Fiscal, em que cidades em vários pontos do Brasil oferecem incentivos, e até mesmo renúncias fiscais e financiamento do parque industrial de  empresas, no intuito de hospedar empreendimentos.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Relevo brasileiro

Em 1989 o professor Jurandyr Ross elaborou uma outra classificação do relevo, dessa vez usando como critério três importantes fatores geomorfológicos:
- a morfoestrutura- origem geológica;
- o paleoclima- ação de antigos agentes climáticos;
- o morfoclima- influência dos atuais agentes climáticos.
Trata-se de uma divisão inovadora, que conjuga o passado geológico e o passado climático com os atuais agentes escultores do relevo. Com base nesses critérios, o professor Ross classifica três tipos de relevo:
- planaltos- porções residuais salientes do relevo, que oferecem mais resistência ao processo erosivo;
- planícies- superfícies essencialmente planas, nas quais o processo de sedimentação supera o de erosão;
- depressões- áreas rebaixadas por erosão que circundam as bordas das bacias sedimentares, interpondo-se entre estas e os maciços cristalinos. Esse três tipos de relevo compõem, em conjunto, 28 unidades, identificadas no mapa abaixo:


domingo, 4 de fevereiro de 2018

Escolas Geográficas

 Geografia Regional ou Método Regional

Representou a reafirmação de que os aspectos próprios da Geografia eram o espaço e os lugares.

O método era comparar regiões, segundo critérios de similaridade e diferenciação.

Os geógrafos regionais dedicaram-se à coleta de informações descritivas sobre lugares, dividir a Terra em regiões.

As bases filosóficas foram desenvolvidas por Vidal de La Blache e Richard Hartshorne. Hartshorne não utilizava o termo região: para ele os espaços eram divididos em classes de área, nas quais os elementos mais homogêneos determinariam cada classe, e assim as descontinuidades destes trariam as divisões das áreas. Este pensamento geográfico ficou conhecido como método regional.


• Geografia Pragmática (Nova Geografia, Geografia Teorética ou Quantitativa)

Corrente de pensamento da década de 1950 que surgiu da necessidade de exatidão, através de conceitos mais teóricos e apoiados em uma explicação matemático-estatística.

As principais características dessa corrente geográfica são:

-Todo o conhecimento apoia-se na experiência (empirismo);

-Deve existir uma linguagem comum entre todas as ciências;

-Recusa de um dualismo científico entre as ciências naturais e as ciências sociais;

-Maior rigor na aplicação da metodologia científica;

-O uso de técnicas estatísticas e matemáticas;

-A investigação científica e os seus resultados devem ser expressos de uma forma clara, o que exige o uso da linguagem matemática e da lógica.

Foi usada como um forte instrumento de poder estatal, pois manipulava dados através de resultados estatísticos.

Predominou na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, principalmente na década de 1960 a meados de 1970. A partir da década de 1960, a Geografia Pragmática começou a sofrer duras críticas. Uma das principais críticas é o fato de não considerar as peculiaridades dos fenômenos, pois o método matemático explica o que acontece em determinados momentos, mas não explica os intervalos entre eles, além de apresentar dados considerando o “todo” de forma homogênea, desconsiderando, portanto, as particularidades. • Geografia Crítica ou Geografia Marxista

A expressão Geografia Crítica foi criada na obra "A Geografia - isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra", de Yves Lacoste.

Essa corrente de pensamento geográfico surgiu na França, em 1970, e depois na Alemanha, Brasil, Itália, Espanha, Suíça, México e outros países.
Ganhou mais força na Alemanha, Espanha, França e Brasil, com um grande movimento de renovação da geografia na década de 80.

No Brasil, o grande nome da Geografia Crítica foi Milton Santos, que publicou os primeiros trabalhos da nova escola nesse país.

A Geografia crítica estabelece o rompimento da neutralidade no estudo da geografia e propõe engajamento e criticidade junto a toda a conjuntura social, econômica e política do mundo. Estabelece também uma leitura crítica frente aos problemas e interesses que envolvem as relações de poder e pró-atividade frente as causas sociais, defendendo a diminuição das disparidades sócio-econômicas e diferenças regionais. Defendia ainda a mudança do ensino da geografia nas escolas, ao estabelecer uma educação que estimulasse a inteligência e o espírito crítico.

O pensamento crítico na geografia significou, principalmente, uma aproximação com os movimentos sociais, principalmente na busca da ampliação dos direitos civis e sociais, como o acesso a educação de boa qualidade, a moradia, pelo acesso à terra, o combate à pobreza, entre outras temáticas.


• Geografia Humanística ou Cultural


Tem como base os trabalhos realizados por Yi-Fu Tuan, Anne Buttimer, Edward Relph e Mercer e Powell.

A Geografia Humanística ou Cultural os termos se equivalem, procura valorizar a experiência do indivíduo ou grupo, visando um meio para compreender o comportamento e as maneiras de sentir das pessoas em relação aos seus lugares, ou seja, a cultura dos grupos sociais.

Para cada indivíduo, para cada grupo humano, existe uma visão diferente do mundo, ou seja, cada grupo tem seu ponto de vista, criticando ou elogiando as condições ambientais que por sua vez se expressa através das suas atitudes e valores para com o ambiente. É o contexto pelo qual a pessoa valoriza e organiza o seu espaço e o seu mundo, e nele se relaciona.

Os geógrafos culturais argumentam que sua abordagem merece o rótulo de "humanística", pois estudam os aspectos do homem que são mais distintamente humanos: significações, valores, metas e propósitos (Entrikin, 1976).

O lugar é aquele em que o indivíduo se encontra ambientado no qual está integrado, tem significância afetiva para uma pessoa ou grupo de pessoas. O espaço envolve um complexo de ideias. A percepção visual, o tato, o movimento e o pensamento se combinam para dar o sentido característico de espaço, possibilitando a capacidade para reconhecer e estruturar a disposição dos objetos.

A integração espacial faz-se mais pela dimensão afetiva que pela métrica. Estar junto, estar próximo, significa o relacionamento afetivo com outra pessoa ou com outro lugar. Lugares e pessoas fisicamente distantes podem estar afetivamente muito próximos.

O estudo do espaço é a análise dos sentimentos e ideias espaciais das pessoas e grupos de pessoas. Valoriza-se o contexto ambiental e os aspectos que redundam no encanto e na magia dos lugares, na sua personalidade e distinção.


• Geografia Ambiental


Ramo da geografia que descreve os aspectos espaciais da interação entre humanos e o mundo natural. Requer o entendimento dos aspectos tradicionais da geografia física e humana, assim como os modos que as sociedades conceitualizam o ambiente.

Emergiu como um ponto de ligação entre a geografia física e humana como resultado do aumento da especialização destes dois campos de estudo.

Como a relação do homem com o ambiente tem mudado em consequência da globalização e mudança tecnológica, uma nova aproximação é necessária para entender esta relação dinâmica e mutável.

Exemplos de áreas de pesquisa em geografia ambiental incluem administração de emergência, gestão ambiental, sustentabilidade e ecologia política.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Determinismo e Possibilismo Geográfico

O determinismo geográfico ou ambiental colocava o homem numa condição de submissão aos aspectos naturais (a natureza é que determina a ação humana), ou seja, sugeria que é o meio ambiente em que uma pessoa vive que define suas características físicas e psicológicas.

A primeira escola geográfica foi criada a partir das ideias de Friedrich Ratzel, considerado o pai do determinismo geográfico, que defendia a importância do território como fator determinante do poder entre as nações. Ratzel influenciou muito o expansionismo imperialista da Alemanha na segunda metade do século XIX.

O determinismo geográfico surgiu como consequência de uma época em que as interferências do homem nos aspectos naturais eram muito mais reduzidas do que hoje em dia e serviu, também, como uma justificativa científica para a relação de domínio entre os países temperados e os países tropicais.

Através dessa teoria, seria possível determinar, analisar e explicar a história de todos os povosem função das suas relações e interações com a natureza e o meio ambiente ao seu redor.

Exemplos de Determinismo Geográfico

São exemplos de determinismo geográfico os seguintes casos:

  • Os brasileiros são calorosos e comunicativos porque vivem em um país de clima tropical;
  • Todos que moram em favelas tornam-se criminosos;
  • Pessoas que moram na Bahia, onde o clima é quente, são lentas e preguiçosas devido aos fatores geográficos do local.

    O determinismo geográfico explica a diversidade observada entre os povos?

    A diversidade entre os povos não pode ser explicada pelo determinismo geográficoem termos de limitações, seja pelo espaço físico ou fatores biológicos. Isso porque os seres humanos são dotados da capacidade de adaptação e modificação do meio em que vivem para que ele atenda às suas necessidades.

    Outra qualidade da espécie humana é a de romper com suas próprias limitações. Além do mais, é comprovado pela simples observação a existência de grandes diversidades culturais localizadas em um mesmo tipo de ambiente físico, com as mesmas características geográficas.

    A cultura da humanidade vai muito mais além do que a natureza a pode influenciar, pois é formada por crenças, moral, leis, costumes e capacidades ou hábitos adquiridos pelo homem dentro de uma sociedade que está sempre em evolução, independentemente de fatores geográficos. A genética hereditária de um ser humano não é um fator de importância na determinação da cultura do mesmo.

Possibilismo e Determinismo Geográfico

O determinismo geográfico surgiu na Alemanha, idealizado por Friedrich Ratzel, que estudava a influência da natureza sobre o homem. O possibilismo surgiu na França, idealizado por Paul Vidal de La Blache, que afirmava que a relação homem-natureza é percebida a partir da interpretação da paisagem.

No determinismo geográfico, a natureza é quem determina o o sucesso ou fracasso de um povo, mas no possibilismo, o homem é considerado um ser ativo, com um leque de possibilidades a serem percebidas e desenvolvidas a partir da observação da natureza ao seu redor.

Dois conceitos principais eram defendidos, um em cada teria: o Espaço Vital, no determinismo geográfico; e o gênero de vida, no possibilismo.

Espaço Vital – Determinismo Geográfico

O Espaço Vital poderia ser estabelecido através da conquista do equilíbrio entre a população e os recursos disponíveis que estão ao seu alcance, em um certo espaço, permitindo, assim, a sua sobrevivência. Foi esse conceito que forneceu as bases para o desenvolvimento da Geopolítica.

Gênero de Vida – Possibilismo

Aqui, a sobrevivência e o desenvolvimento de uma população deve-se às técnicas e aos costumes repassados no decorrer da história, de povo em povo, em seus processos de transformação do meio natural, onde o ser humano faz adaptações do mesmo para atender às suas necessidades.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Novo Aplicativo

Graças a Deus algum filho de Deus desenvolveu um novo aplicativo para o Blogspot. ESTOU DE VOLTA 

terça-feira, 13 de junho de 2017

Neomalthusianismo

A Teoria Neomalthusiana ou Neomalthusianismo é uma teoria demográfica desenvolvida a partir da reelaboração das ideias do pensador inglês Thomas Malthus (1736-1834). Essa perspectiva, em linhas gerais, preconiza a difusão de medidas governamentais para intensificar o controle do crescimento da população, principalmente em países considerados subdesenvolvidos ou periféricos. 

Thomas Malthus, em sua obra Ensaio Geral sobre a População, argumentava que a relação entre a quantidade de habitantes no mundo era desproporcional à quantidade de alimentos e recursos naturais disponíveis, de modo que o crescimento populacional seria muito mais intenso que o crescimento produtivo. No entanto, Malthus não defendia o controle populacional comandado pelo Estado e, muito menos, por meio da adoção de métodos contraceptivos, em uma perspectiva conhecida como malthusianismo.

Após a Segunda Guerra Mundial, o mundo passou por aquilo que se concebeu por explosão demográfica, quando a população mundial começou a aumentar de maneira vertiginosa. Essa taxa de crescimento manteve-se ativa principalmente nos países subdesenvolvidos, em que a população passou a contar, gradativamente, com melhorias sanitárias que possibilitaram a elevação da expectativa de vida. 

Por esse motivo, muitos passaram a temer que as previsões de Malthus pudessem, de certo modo, concretizar-se com um eventual caos proporcionado pelo crescimento vertiginoso da população mundial. Em razão disso, muitos passaram a defender a utilização de métodos contraceptivos, afirmando que o nível de desenvolvimento das nações estaria relacionado com o crescimento das taxas de fecundidade.

Portanto, a teoria Neomalthusiana propunha o resgate dos ideais de Malthus com o diferencial de que o Estado deveria estabelecer medidas de controle do crescimento da população, principalmente pela disseminação de métodos anticoncepcionais. Para os neomalthusianos, o desenvolvimento da qualidade de vida e da economia de um país ou região perpassa necessariamente pelo controle da população. Eles apontam que as causas da miséria da população mais pobre são, entre outros fatores, associadas com o elevado número de filhos por família. 

Apesar dessa perspectiva ser atualmente muito contestada na Geografia, na Sociologia e nos estudos demográficos, ela foi (e ainda é) muito presente em políticas públicas de inúmeros países, a exemplo do Brasil. Em muitos casos, pílulas anticoncepcionais ou camisinhas são distribuídas gratuitamente ou a preços muito baixos. Na Índia, por exemplo, adotou-se, até mesmo, medidas de esterilização da população em algumas regiões. Soma-se a isso a divulgação na mídia do planejamento familiar com a ideia de que a família ideal é composta basicamente por, no máximo, dois filhos por casal.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Olá pessoas

Um pouco ocupado com meu livro. Depois dou mais novidades. AS ASMAS VÃO VIRAR LIVRO. Segue la no Twitter @mateuusao